sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A teoria de tudo

Ver um bom filme é algo que me dá realmente muito prazer. E ficar, no fim, com a sensação de que a história me acrescentou algo e que aquele tempo de inércia valeu realmente a pena, é extremamente compensador. Há uma palavra em inglês cuja tradução não é exacta no signifcado que eu acho que traduz o sentimento de que falo: fulfillment.

"The theory of everything" (A teoria de tudo) conta a extraordinária história de uma das mentes mais brilhantes dos nossos tempos, o reconhecido astrofísico Stephen Hawking, e de duas pessoas que, por amor, desafiam todas as probabilidades. É um filme muito difícil de avaliar essencialmente porque é difícil separar o filme, a ficção propriamente dita, da vida que é real e que aos dias de hoje ainda existe. É uma história de amor e também uma história sobre desenvolvimento pessoal individual, de força e perseverança. As interpretações são brilhantes. E, no fim, terminar com a "Arrival of the birds" dos Cinematic Orchestra deixou-me nos píncaros.

"There should be no boundaries to human endeavor. However bad life may seem, while there is life, there is hope."



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