segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

De ouro

É de perceber porque o Douro, suas vinhas e socalcos, a sua paz, têm inspirado tantas histórias, tantos romances, tantas paixões, ao longo dos tempos. A paisagem absorve. Em qualquer margem do rio, o som tranquilo da água remete-nos para um estado de alma pacífico e longínquo. Cheira a lenha a arder nos diversos fogões. No pico da tarde o sol aquece as gentes e as cores das árvores. O por-do-sol, muito embora pinte o céu de cores quentes, vem já avisando a noite fria. Este Douro é nosso e enche o peito de qualquer nortenho de orgulho.


  



 



Sem comentários:

Enviar um comentário