quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Que nem uma castanha

Duas semanas consecutivas sem conseguir dormir uma noite inteira dão direito a que se fique a estalar tipo castanha. Apetece dar no trombil a qualquer um que nos dirija a palavra, sem qualquer motivo. Agora imagine-se quando até temos motivo para dar no trombil a alguém. A mim só me apetece abrir a goela até trás e disparar todo o tipo de desaforo. Não quero saber. Desatino e pronto. E quem quiser que se agarre as calças. Junte-se o facto de que estas noites interrompidas derivaram da porra da gripe que se fez acompanhar de uma tosse fodida. E tudo isto sem nunca deixar de trabalhar e realizar as responsabilidades mínimas. No fim disto, vem o Mais-Que-Tudo para a cama da enferma, já de madrugada (e acordando a enferma, portanto), e ainda acha por bem usar o telemóvel ou o tablet para jogar Candy Crush como se qualquer um destes dispositivos não emitisse qualquer tipo de som ou luz. Mas acha-se tudo normal e, pior, que se trata de implicância da minha parte. Cereja no topo do bolo: o Mais-Que-Tudo anda cansadíssimo e stressadíssimo por causa de trabalho. Ui, dava pano para mangas este assunto. Não me fodam, tá?

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