quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Estar sozinha no escritório...

...e ouvir Ace of Spades aos berros logo pela  manhã!


Update: entra o presidente, nem chefe nem nada, o presidente em pessoa, e eu de phones nos ouvidos a abanar o capacete com o som altíssimo. Quando dei pelo homem, tentei fazer um ar respeitável mas já não fui a tempo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Chuvada com pinta

Sou como os putos! De galochas, gosto de passar mesmo no meio das poças!:D
E as minhas galochas, não desfazendo, são bem cool :)


Meanwhile @ work...

Têm algum colega de trabalho que responda aos emails em voz alta?? Que, por muito que coloquem phones, insista em falar convosco? E que quando fala no assunto mais banal sobe o tom de voz num profuso entusiasmo a ponto de vos rebentar os tímpanos? Várias vezes ao dia?
Não queiram!
É muito boa moça mas dá-me nos nervos.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Já passou

Ainda bem que já passou e que agora só volta a haver para o ano. Lamento, mas não gosto. Não nutro simpatia (se calhar já tinha dito isto...).
Foram 3 belas refeições com os meus pais, disso não há duvidas. Boa confraternização, conforto, conversa, boa comidinha. Mas todas as refeições que fazemos são assim, felizmente. A noite de 24 e o dia  25 não têm absolutamente nada de especial. Ainda assim, gabo a vontade da minha mãe em achar que é. Ela não desiste da sua árvore de natal feita com tão bom gosto. Ela, que tantos natais difíceis teve. E às vezes sinto-me um pouco culpada por isso, por não ter o espírito dela. Mas certo que não tenho. E este foi sem dúvida o natal menos natal de que me lembro muito embora tenha sido igual ao dos anos mais recentes.
E chateia-me que toda a gente a gente se lembre de toda a gente nesta altura quando depois se volta tudo a esquecer. O que desejo no natal é o que desejo o ano todo, vocês não?? Chateia-me que se encham os telejornais com as ceias que dão aos sem-abrigo quando todo o ano há sem-abrigo e quem muito trabalhe em prol destas causas. Não entendo como chamam a isto a festa da família e depois há chatices nas famílias por causa de quem passa um jantar com quem!
Já passou e a vida continua. Temos todos menos algum guito no bolso e algum ressentimento a mais. Que venha, sim, o novo ano pois esses 365 dias é que nos podem tornar pessoas melhores.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sorrentino strikes again

O velho e o novo. O tempo. Como corre o tempo. A vida vista pela perspectiva do futuro e pela do passado. A tranquilidade de quem aceita. A revolta de quem não entende. Como a dor nos faz sentir vivos. Como a dor nos pode tolher de viver. A lembrança. O esquecimento. A música. O sentir pela música. Recordar.
Juventude.
À segunda dose de Paolo Sorrentino (que confirma a primeira), apaixonei-me pela sua capacidade artística. É cru e doce. É agri-doce! É solitário e alegre como uma festa. É triste e com piada. Tem tanta cor e é tão negro!
É uma conversa com as entranhas. É um espevitar do espírito. Ao mesmo tempo que nos vira para dentro.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Catching up

A vida é uma gaja maluca com grandes crises existenciais (esta é bonita), e com TPM's do catano. Vai para lá de mais de duas semanas que este estaminé não tem nem sequer a minha visita. A minha noção de tempo está para lá de Bagdad. Duas semanas parecem dois anos. É que nem duas semanas são. São mais precisamente 11 dias. Há 11 dias atrás o meu percurso profissional sofreu mais um revés. Vamos lá ver se é com este revés que as coisas voltam finalmente a encarreirar.  Estou, como se diz, na minha praia. No departamento de marketing e comunicação! E isto tem sido uma lufa-lufa! Normal nesta altura do ano. Normal em quem tem que reavivar a memória de muita coisa que já aqui se fez. Normal em quem tem que correr atrás de alguns anos de prejuízo. Entretanto, o ginásio, o blog, o partido, a minha casa, têm sofrido um pouco com isso. É incrível como nunca mas nunca se tem tudo o que se quer, como se quer. Sometimes you win, sometimes you lose. Mas há uma coisa. E sinto-o profundamente agora. Aprendi à força a moderar as minhas expectativas. Tenho a certeza. Ainda assim, com todo o optimismo, tem sido bom. Um desafio. E a perspectiva é essa mesmo. End. Sometimes you win, sometimes you learn.
Entretanto, o Natal. O cliché. Detesto. Tenho o espírito de Natal de um Scrooge. Janeiro, please! Quero 2016. Wake me up when December ends. Ah! e escusam de me acordar para a "festa" de passagem de ano. Quero é encontrar o nosso apartamento novo. Temos de castrar o gato. Quero terminar o serviço comunitário. Quero encontrar uma doméstica. Quero comprar a Bimby.
Quero marcar definitivamente a viagem para Amesterdão ou Berlim para Fevereiro. Rápido!